A FELICIDADE

Muitos autores têm escrito muito sobre a felicidade das pessoas. As religiões têm particularmente dado muita importância a isto, da mesma forma a “infelicidade”, que não deve ser confundida com o pecado, a melancolia ou a tristeza, também tem atraído a atenção dos filósofos. Definir a felicidade é algo complicado pois é algo muito subjetivo e depende de muitas coisas. Como disse um autor sobre este assunto, não todos os humanos temos a mesma capacidade de expressar a nossa felicidade. Alguns mais, outros menos. Alguns ficam quietos e calados, outros pulam na rua como loucos e abraçam todo mundo. Uma pessoa pode se sentir feliz por algo que a outra não lhe faz a mínima diferença. Por exemplo um empresário que instala para funcionar uma máquina engarrafadora enchedora manual semiautomática, de 2 HP, de 6 válvulas, de uma velocidade de 400 garrafas por hora em linha, o faz muito feliz porque agora demora apenas 1 hora em encher as 400 garrafas que antes levava 4 a 5 horas para fazê-lo, de uma em uma. Outro empresário maior, de uma empresa maior, isto não lhe causará nenhuma felicidade a não ser que seja uma linha com enchedora rotativa e esteira rolante, automática de 400 garrafas por minuto. Aí sim que ele será feliz, se ver ela, funcionando na empresa dele. Como se pode apreciar, depende da satisfação das necessidades e da forma de faze-lo e do tamanho), que a felicidade aparece nas pessoas. Outro exemplo. Uma dona de casa na Havana, na Cuba Comunista, é feliz porque conseguiu quase um quilo de fígado de boi” para a família, no açougue, pelo qual estava esperando há mais de 1 mês. Na TV se vê a “infelicidade” estampada no rosto da vizinha colega da compradora, que não conseguiu tal carne e teve que sair de mãos vazias. A felicidade da primeira vizinha está visível no rosto também, sem se importar que a carne, em questão, foi entregue sem papel (nem vasilhame algum) porque não havia, por isso a levava para casa na própria mão. (Isto em qualquer lugar do Ocidente é algo difícil de imaginar de acreditar e de aceitar). Os compradores de pão numa padaria da Havana ficam raivosos porque precisam de 8 paés e não apenas dos 6 que a padaria lhes vende. Neste caso a infelicidade é superada, principalmente pela RAIVA. Raiva sim. Porque o freguês na frente da câmara disse que “el pan es muy, malo pero son 8 en la casa” (O pão é muito ruim. Más são 8 na casa). Se vê o comissário político repreendê-lo e ameaça-lo com cadeia se não calar frente a TV. Não quero afirmar que nas Democracias tudo são “flores cheirosas e bonitas”. Mas ninguém vai para a cadeia por dizer, protestar e defender o que pensa. Sobre qualquer assunto. Muito menos que o governo vai colocar agentes da polícia secreta para espionar, acusar e prender “protestadores antirrevolucionários “. Na ditadura cubana, isso acontece e é documentado pela TV estrangeira e por celulares de turistas imparciais. Porque os turistas marxistas, escondem tudo isso e nem o mencionam. Você gostaria de procurar a felicidade no Comunismo ou na DEMOCRACIA? A resposta é obvia. Os Trabalhadores NÃO Marxistas sabemos perfeitamente que o IMPERIALISMO MARXISTA pretende nos meter a todos numa Ditadura Comunista por toda vida e fazer-nos seus escravos para sempre. Temos ODIO e NOJO das ditaduras.

UM DEMOCRATA (antimarxista como todo Democrata).

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