ZUMBIS

“Lá na ilha, as pessoas estão mortas e não sabem. Andam, caminham, comem, más estão mortas. Parecem “zumbis”. A apatia é geral. Todos sabem que é perda de tempo pensar em algo positivo em suas vidas. Ninguém vê um futuro promissor para a vida delas. O que resta é comer o máximo (quando se consegue), respirar e dormir. Mais nada pode se esperar de uma ditadura como a Cubana. Não é pelo fato que casei aqui com uma brasileira que penso assim, apenas agora tenho a liberdade de expressá-lo, sem ser punido por isso neste país. Quero receber 100% do que se paga pelo meu serviço. Acho que o governo cubano nos tirar mais de 70% do nosso salário, nos deixa numa posição de semiescravidão. Ser vigiado em Cuba e também ser vigiado aqui pelos comissários políticos é humilhante para um médico. Quero ficar no Brasil. Pedirei asilo político.” (Declaração pela TV de um médico cubano do programa Mais Médicos do Brasil desejando não regressar a ilha). Até agora mais de 100 médicos desejam asilo político no Brasil e quase 20% tem família em Cuba.

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