ACARICIA-ME, QUE EU GOSTO

Uma das vezes que Fidel Castro fez um discurso no interior de Cuba, ao terminá-lo depois de 2 horas (haja paciência para ouvir estupidezes), as mulheres que estavam na multidão foram encima de Fidel para acariciar seu rosto. Não se lhe podia beijar, pois os guarda-costas o proibiam, mas acariciar eles podiam fazê-lo à vontade. Muitas delas pegavam sua barba como se estivessem em êxtase, como se estivessem pegando a barba de Cristo. Tudo documentado pelas câmeras da TV comunista do governo. Muitos dos comunistas em Cuba diziam: “vejam como Fidel é querido e amado pelos cubanos”. O que estes inefáveis não diziam, era que o mesmo acontecia nos fuzilamentos dos democratas pelos comunistas da Rússia: os pobres camponeses abraçavam seus algozes antes de morrer pelas balas dos assassinos marxistas. O que os malditos comunistas não dizem é que este fenômeno é conhecido na literatura médica como a “síndrome de Estocolmo”: tomar partido dos que os prejudicam. Fidel Castro queria mais escolas, mais era necessária uma ditadura para isso? Queria mais e melhor saúde para os cubanos, más era preciso uma ditadura para isso?? Queria mais fontes de trabalhos, más era preciso uma ditadura para isso??? Matar aos opositores?? Proibir a Democracia?? Proibir a liberdade de expressão?? Se agarrar encima de uma ditadura marxista-comunista??? Os Trabalhadores não marxistas Socialistas Democráticos, sabemos que o Imperialismo Marxista pretende nos meter a todos numa ditadura comunista por toda a vida. Temos ÓDIO e NOJO das ditaduras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *